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segunda-feira, 28 de maio de 2012

Como cuidar de suas fotos íntimas



Sempre que um caso de exposição ilegal de fotos íntimas na internet como as de Carolina Dieckmann acontece, a polêmica volta ao noticiário e reportagens e dicas de pessoas especializadas em informática surgem aos montes. Medidas aparentemente fáceis não impedem as pessoas de continuarem postando sem parar as suas fotos.

A exposição é algo desejado por muitos, mas somente até certo ponto. É diferente de alguém escolher se expor e fotografar para um book sensual que será impresso e mostrado somente a quem você quiser, o profissional que faz as fotos assume a responsabilidade e um contrato é assinado.

Já na internet a coisa é bem diferente, uma vez que as fotos forem postadas na rede, não tem volta, milhares de pessoas terão acesso ilimitado a isso. Esse problema pode acontecer de várias maneiras. E pode ser usado contra a reputação de quem posou para as fotos.

Ex-namorados vingativos, hackers, e inimigos teriam prazer em ter algo seu com esse poder nas mãos. Claro que, se você não for uma celebridade ou alguém público (a), o risco pode ser menor, mas sempre existe.

Dicas bem simples, praticamente te livram desse mal. Conversamos com o fotógrafo Edu Cesar e ele nos passou dicas simples sobre armazenamento seguro de fotos, "Existem programas que guardam as fotos e permitem ver o conteúdo somente usando uma senha, eles funcionam fazendo a criptografia dos arquivos".

A criptografia faz com que os códigos e informações sejam embaralhados de propósito para impedir cópias. Porém para ter total domínio da segurança basta tomar uma precaução, "O ideal mesmo seria não ter as fotos no computador e sim em um DVD ou HD externa, pois dessa forma você tem o controle físico de guardar as imagens (guardando o DVD ou HD em um local seguro)", completou Edu Cesar.

E você? Como guarda suas fotos íntimas?


Fonte: http://vilamulher.terra.com.br/como-cuidar-de-suas-fotos-intimas-3-1-30-1174.html
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quinta-feira, 24 de maio de 2012

Masturbação pode aumentar a confiança sexual; veja mais 15 dicas



Quando a pessoa se sente sexualmente confiante, é capaz de relaxar, deixar de lado inibições e desfrutar plenamente do sexo. Quer conquistar essa confiança? Então, siga as 15 dicas abaixo, listadas pelo site Savvy Miss:

1 – Invista no autoprazer. A masturbação permite que conheça melhor seu corpo.
2 – Livre-se de roupas que lhe deixam com aspecto velho, gordo ou pouco atraente. Dê adeus à calça desbotada de moletom e se vista de maneira sensual diariamente. Assim, vai se sentir atraente e interessante. 

3 – Invista em lingerie sexy, mesmo quando não for mostrá-la a alguém, porque aumenta seus pensamentos sexuais e desejo.

4 – Livre-se de mensagens sexuais negativas. Procure por um terapeuta para conseguir se livrar de detalhes do passado que fazem com que se sentisse envergonhada ou reprimida quando o assunto é sexo. Se o seu parceiro faz comentários depreciativos sobre sua aparência, livre-se dele. A vida é curta e a fila anda.

5 – Elimine pensamentos negativos. Tudo é possível, basta se empenhar.

6 – Mantenha um diário. Complete sempre a frase “uma coisa que amo sobre mim é...”

7 – Olhe para o espelho todos os dias e repita a seguinte afirmação: “sou uma mulher sensual. Mereço o prazer sexual. Sei como dar prazer a mim e ao meu parceiro. Amo meu corpo".

8 – Quando está sozinha, caminhe pela casa nua. Ao passar em frente a um espelho, admire-se.

9 – Cuide da aparência. Corte o cabelo, faça as unhas, use maquiagem.

10 - Escreva uma história erótica em que você é a personagem principal.

11 – Inicie o sexo desta noite.

12 - Leia manuais sobre sexo e experimente novas técnicas.

13 – Exercite-se com frequência. Um corpo bem cuidado aumenta a confiança.

14 – Sorria. O simples gesto é um sinal de confiança.

15 – Crie uma atmosfera romântica em casa. Aposte em velas e aromas.


Fonte: Mulher.terra.com.br
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quarta-feira, 23 de maio de 2012

As fases do sexo na vida da mulher



Lembra-se de como você era dez anos atrás? Além do corte de cabelo, seus interesses eram diferentes, seu corpo era possivelmente mais rígido e sua cabeça certamente não era a mesma de hoje. Depois de dez anos, é claro que a cama também mudou – e não estamos falando do colchão, mas do seu desejo, do seu desempenho e do seu gozo.

Algumas coisas continuam iguais – como aquela pinta no ombro direito ou a vontade de ganhar uma lingerie vermelha de presente de aniversário – mas outras acabam mudando quando se tem 20, 30 ou 40 anos de idade. Como vai ser o sexo daqui a dez anos?

Aos 20

Aos 20 anos, quanta animação! As mulheres jovens fazem preliminares de duas horas, transam pelas escadas do prédio e depois contam tudo para as amigas. É assim com Adriana*, de 22 anos, que tem um namorado há quatro meses, com quem jura que vai ficar pelo resto da vida. “Ele é o segundo cara com quem transei. É bonito, carinhoso e nos damos muito bem”, diz, comedida – os detalhes ela deixa para as amigas íntimas. “Eu e meu namorado fazemos coisas que antes eu achava que só as prostitutas faziam. Mas ele me mostrou que é natural. E muito gostoso”, conta a estudante.

A sexóloga Glene Faria explica que aos 20 anos tudo é uma grande novidade. “A mulher ainda está aprendendo e pode ter dificuldade de atingir o orgasmo”, afirma, lembrando que a experiência vem com o tempo e o sexo vai ficando cada vez melhor.

Aos 30

A balzaquiana tem mais estrada. Não quer transar apenas com o homem que julga ser sua “cara-metade”, topa sexo casual e diz saber aproveitar bem os momentos debaixo dos lençóis. Júlia*, 30 anos, está solteira, tem um vibrador e afirma gostar muito de sexo. “Estou mais segura atualmente e não fico pensando se estou bonita, ou se ele está vendo minhas celulites, como quando eu era uma garotinha”, diz. Sua irmã de 33 anos, Tatiana, vê os dois lados da idade: “Estou casada há alguns anos e acho que transo menos hoje do que aos 20. Em compensação, considero minhas transas mais intensas e, em breve, pretendo ter um bebê”, revela.

Glene Faria afirma que é comum haver uma diminuição do desejo aos 30 anos. “É comum que a mulher comece a se lubrificar no meio da relação, uma vez que o homem pára de investir nas preliminares”, explica a sexóloga, sublinhando que o casal não pode parar de priorizar a sexualidade. “Depois de três anos de relacionamento, vem a primeira crise, pois termina a paixão e vem a rotina”, alerta.

Quando a mulher entra nos enta, conhece a chamada “idade da loba”. Significa que ela não cai matando como a de 20, nem está mais pensando em mamadeiras, como a de 30. “Estou no ápice da minha vida sexual”, garante a fisioterapeuta Laura, 41 anos, e um filho de 12. “Eu e meu marido temos muita intimidade sexual e mantivemos o romantismo a longo de todos esses anos. Por exemplo, às sextas, saímos pra jantar só nós dois”, conta, insinuando que a noite é sempre longa.

Para Glene, a mulher de 40 anos está mais madura sexualmente. “Ela é experiente, conhece o próprio corpo e está apta a ter uma vida sexual muito boa”, afirma a sexóloga, lembrando que a mulher é mais exigente aos 40. “Ela sabe dar prazer ao parceiro e também quer qualidade em troca”, adverte.

Mas nem tudo são flores… “Entre 45 e 50 anos, a mulher pode entrar na menopausa e observar diminuição do desejo e da lubrificação”, afirma a sexóloga, sugerindo que o gel lubrificante vire parte integrante do ato sexual.

Glene lembra que cada relação é uma relação e que boa parte da qualidade sexual está nas mãos dos homens: “Se ele é dedicado e se mostra preocupado em estimular sua parceira, não há mulher que não funcione”, afirma, ressaltando que o sexo tende a melhorar com o passar dos anos. “É um aprendizado que vem com a idade. À medida que os anos passam, a qualidade do sexo aumenta, mas a quantidade pode diminuir”, resume.

Fonte: Uol
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terça-feira, 22 de maio de 2012

Mulheres precisam do toque para atingir o orgasmo


Por mais que o homem se esforce para descobrir as zonas erógenas da parceira, somente ela sabe a maneira certa de ser estimulada para atingir o orgasmo. O problema é que muitas mulheres, literalmente, não se tocam, seja por vergonha ou por educação repressora, e é justamente essa falta de conhecimento do próprio corpo que atrapalha na hora do sexo.

A mulher que não se estimula, conforme a psicóloga clínica e sexóloga Maria Lúcia Beraldo explica, se torna refém, incapaz de conduzir a situação para o que lhe for mais favorável.

A experiência sexual neste caso acaba sendo muito genitalizada, voltada para a penetração. "Assim, a mulher tende a cometer três enganos: cria expectativas excessivas em torno da penetração, ancora sua satisfação na competência sexual do parceiro e acaba definindo o orgasmo como algo ‘que rola’, o que não é verdade. A mulher deve fazê-lo acontecer", diz.
Entre as possíveis consequência dessa falta de autoconhecimento estão a anorgasmia (dificuldade de orgasmo) e a diminuição da excitação pela perda da concentração. "Neste processo, ela poderá ficar impaciente, fingir o orgasmo ou interromper o ato. Com o tempo, a dificuldade de orgasmo pode acarretar na falta de desejo sexual, que é outra disfunção sexual", alerta a sexóloga. "As mulheres que não se tocam possivelmente tiveram a relação com o seu corpo e sensualidade inibida, não tocam livremente seus parceiros, não demonstram o seu interesse sexual e não expressam suas fantasias ou ouvem as do outro, independente de querer realizá-las ou não", completa.

Uma brincadeira para incentivar o parceiro a encontrar suas zonas erógenas pode ser interessante, mas Dra. Maria Lúcia pensa que a iniciativa tem sua função equivocada quando a mulher confia somente no toque do outro para saber de si. "Ela fica dependente do parceiro. Porém, quando o relacionamento não dá certo, mas a parceira sabe o que gosta e como gosta, poderá ser feliz sexualmente com outra pessoa, pela qual tenha atração, e poderá fazer as coisas que ela sabe que aumentam a sua própria excitação e que potencializam o seu desejo e prazer", garante.

O caminho do autoconhecimento, segundo a sexóloga, é a masturbação, principalmente o toque no clitóris, pois é ele quem desencadeia o orgasmo durante a penetração. Em algumas posições ocorre o orgasmo sem toque no clitoris, mas o estímulo ainda acontece e é indireto. "A partir da masturbação a mulher descobre como gosta de ser tocada, orienta o parceiro, toca-se usando as mãos dele, sem culpa ou medos", diz.

E orienta: a mulher precisa pensar mais em sexo durante o dia e aprender a gostar de sexo e não só do ato. Para isso, deve libertar sua capacidade de sentir prazer a partir dos órgãos do sentido. "Preste mais atenção no gosto das coisas que come, no prazer de tocar coisas com texturas diferentes, em ouvir uma música agradável. É importante aprender a focar, pois isso permite ampliar a resposta dos sentidos. Estes devem ser explorados ao máximo a partir das coisas banais do dia a dia", explica Dra. Maria Lúcia.

Se o parceiro não estiver focado apenas no próprio prazer, pode estimular a mulher a se tocar, criando fantasias e situações que possa inserir muito toque antes da penetração. "Ele pode pedir que ela se toque para ele ver! Nem precisa ser direto no clitóris, mas ir
aumentando a sensualidade dos toques dela aos poucos", sugere a psicóloga. Se a parceira for muito rígida, o homem pode apontar isso, mas sem fazê-la se sentir culpada ou inferior. Com jeitinho, ele a ajuda a encarar a situação ou a procurar ajuda profissional.

Fazendo uma comparação entre as gerações, Dra. Maria Lúcia percebe que, antigamente havia mais tabus que atualmente, mas hoje alguns deles ainda persistem. Por isso, ainda há muitas mulheres travadas. Essa inibição persiste porque hoje se superestima o sexo e se subestima a sexualidade. "Se os pais não tiverem como dar conta das questões sexuais de seus filhos, devem rever seus conceitos e sua própria história, mas não se abster ou reprimir excessivamente. A masturbação, por exemplo, é um processo de autodescoberta incrível, mas muitas pessoas ficam confusas em relação a isso", comenta.


Fonte: http://vilamulher.terra.com.br/mulheres-precisam-do-toque-para-atingir-o-orgasmo-3-1-31-713.html
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segunda-feira, 21 de maio de 2012

O que passa pela cabeça dos homens?


Descubra como opera a mente e o corpo do homem quando ele se apaixona, assume um compromisso, sente um orgasmo e mente.


A gente não desiste de tentar entender o que se passa na cabeça do homem quando ele se apaixona, resolve se amarrar pelo resto da vida, ferve de tesão e, principalmente, mente. Por sorte, a ciência está do nosso lado. Fomos atrás de estudos recentes que mostram como operam a mente e o corpo masculinos nessas quatro situações. Curiosa? Confira.
O que passa pelo cérebro do homem quando ele...
...Se apaixona à primeira vista
O gato está em um barzinho quando você aparece. O pobre mal consegue piscar: "É ela!" O sistema de recompensa cerebral é ativado e o moço fica louco para cobri-la de beijos. Segundo Alexandre Bez, psicólogo especializado em relacionamento, são claros os sinais de que ele já é seu: "Os olhos brilham, as abas do nariz se abrem..." Isso sem falar que o bonitão fica bem-humorado e, segundo estudo da universidade americana de Bucknell, tenta ocupar o máximo do espaço físico possível para exibir poder. Ele afasta as pernas, estica os braços, mantém os cotovelos abertos...
...Sente um orgasmo
O nível da oxitocina aumenta 500% no pós-orgasmo e é esse hormônio o grande responsável pelo efeito hipnótico do sexo. Com ele, seu homem fica amoroso e entregue. Outras maneiras de fazer a quantidade dessa substância subir são: estimular os mamilos dele, massagem ou abraço. Bônus: ao beijá-lo, prefira o lado direito do corpo, controlado pelo hemisfério esquerdo cerebral. Ele registra seu carinho na parte otimista da mente e sente mais prazer.
...Assume compromisso
Oxitocina e vasopressina são o segredo para você subir ao altar. É isso mesmo: esses dois hormônios produzidos pelo hipotálamo fazem seu querido não ver a hora de dividir a escova de dentes com você. Eles trabalham associados à dopamina, neurotransmissor produzido em uma área cerebral chamada substância negra e que dá aquela sensação de alegria e prazer intensos. Oba! Ele decidiu viver o resto dos dias ao seu lado. Agora é só mandar fazer o vestido e as alianças.
...É pego na mentira
Para descobrir se ele está mentindo, observe: "Quem mente se contradiz...", observa o psicólogo Ailton Amélio dos Santos. O moço tende a gesticular menos, evitar encará-la, voltar os olhos para o canto superior direito ou esquerdo, balançar a perna, cruzar os braços... E, se o assunto for traição, o safado pode ficar vermelho de vergonha, virar o corpo olhando para a esquerda e não conseguir dar respostas rápidas.

Fonte:http://mdemulher.abril.com.br/amor-sexo/reportagem/relacionamento/passa-pela-cabeca-homens-652273.shtml?origem=hotlinks
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quinta-feira, 17 de maio de 2012

Como o sexo com camisinha pode ser melhor


Sexo seguro (com camisinha) parece ser um sinônimo perfeito para algo ruim, como aponta pesquisa do Instituto Guttmacher, que mostra que 25% dos homens e mulheres entrevistadas nos Estados Unidos consideram sexo com camisinha chato.

No Brasil, não é diferente. Segundo estudo do Ministério da Saúde, o brasileiro passou a fazer mais sexo casual (sem relacionamento fixo) entre 2004 e 2008, mas fez menos uso do preservativo. Apenas 46,5% dos brasileiros utilizavam camisinha.

Mas ainda existe esperança. Pesquisa recente da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, revela que o prazer sexual obtido com o uso da camisinha masculina depende de vários fatores, como, por exemplo, do conforto do(a) parceiro(a), o que depende, inclusive, do tamanho adequado da camisinha.
Por isso, tudo que você tem que fazer é escolher a camisinha certa para você, testar o que lhe faz melhor, e ter confiança.

“A ideia de que usar camisinha diminui a sensitividade ou a diversão do sexo é completamente errada”, afirma a médica Devon Hensel, autora do estudo norte-americano. Mesmo assim, atitudes contra o uso da camisinha ainda são amplamente vistas.

Melhora no sexo seguro

Hensel coletou dados de mais de 1.500 homens e dedicou especial atenção aos relatos diários de suas atividades sexuais.

Em 85% das relações sexuais, os pacientes utilizaram camisinha. Entre esses casos, os homens mais velhos reportaram experiências mais prazerosas.

De acordo com o estudo de Hensel, quanto maior a estimulação oral e manual, maior a satisfação. Fica a dica.


Fonte: http://hypescience.com/como-o-sexo-com-camisinha-pode-ser-melhor/
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quarta-feira, 16 de maio de 2012

O que todo Pênis gostaria que você soubesse


Ele é um órgão misterioso e mágico. Há chance de você já ser uma fã... Mas, porque você mesma não tem um balangandã desse para chamar de seu, pode ser complicado saber exatamente como deixá-lo — e mantê-lo — feliz. Quanto mais profundamente você entender como ele funciona, mais conectada ficará com seu parceiro e mais felizes vocês dois se sentirão. Com isso em mente, ouça o que o pênis dele diria se pudesse falar pelo seu dono

“Eu cresço e apareço”

Quando um homem resolve mostrar suas armas, pode ser que você não fique apaixonada à primeira vista, mas a maioria dos pênis acaba sendo, grosso modo, do mesmo comprimento, sem levar em consideração quando estão moles. Em média, um pênis em posição de descanso tem cerca de 10 cm, enquanto ereto ele tem 15 cm; mas mesmo aqueles que são menores no começo tendem e chegar a esse tamanho na hora H. Para as mulheres, satisfação tem mais a ver com quanto um pênis é duro e quanto tempo ele demora a ficar desse jeito do que com o tamanho. Então, a não ser que ele seja pequeno de um jeito fora do comum (micropênis) — e é muito raro — ou extremamente grande, tamanho não é um problema porque as mulheres simplesmente acham que não é.

"Tente qualquer coisa. Eu não sou tão exigente, juro”

Sem dúvida o seu companheiro acha bacana quando você chega cheia de graça com alguma novidade, mas você não precisa suar o top para fazer com que ele fique pronto para o rala e rola. O pênis responde de pronto a um contato direto. É intensamente sensível, especialmente a glande, que é a cabeça do pênis e onde a mãe natureza colocou as principais terminações nervosas que produzem o prazer sexual e o orgasmo. Exatamente que tipo de toque vai deixar um cara excitado é questão de preferência e circunstâncias. Alguns homens gostam de um jeito leve e gentil, enquanto outros preferem uma pegada mais vigorosa. Alguns gostam de um toque mais seco, mas há os que prefiram a mão lambuzada. Há ainda os que ficam doidos com movimentos lentos e cadenciados, ao passo que o restante gosta da coisa selvagem e rápida. E há ainda a turma que aprecia todas as técnicas, em diferentes graus, em diferentes momentos. O fato é que o pênis fica agradecido por qualquer tipo de ação. Então, não fique tímida — experimente várias técnicas para ver a que tipo de pegada o seu homem reage com mais entusiasmo.

“Você pode me ajudar quando estou nervoso”

Poucas coisas são mais broxantes embaixo dos lençóis do que a ansiedade. É claro que há razões médicas que podem explicar por que o cara não consegue dar no couro — incluindo diabetes, doenças cardiovasculares e efeitos colaterais causados por medicamentos —, mas nove em cada dez casos de problemas de impotência têm a ver com o que está entre as orelhas dele, e não entre as pernas. A insegurança vai do cérebro ao pênis a jato. Então, se você estiver com um cara pela primeira vez (vocês mal se conhecem, certo?) ou ele se sente pressionado em dar conta do recado por alguma razão (mesmo que seja a décima vez que estão juntos), é o pênis que pode deixá-lo na mão. A partir do momento em que ele começa a se preocupar se terá capacidade de ter e de manter uma ereção, ele pode ficar desajeitado ou esquecer as coisas que fazem com que você fique excitada ou ficar distraído para curtir os beijos e os carinhos que você está fazendo nele. E aí, minha amiga, já sabe...

Quando você sentir que ele está ficando tenso, deixe-o à vontade para dizer por que está ansioso. Acontece com qualquer um, e a sua compreensão vai ter um significado enorme para ele. Em 99% das vezes, a sinceridade entre vocês vai aliviar a tensão. Você pode fazer a sua parte tirando a pressão das costas dele — quer dizer, não exatamente das costas. E, se não der certo, tente de novo, de novo, de novo. (E de novo.)

"Gosto quente"

Quando o assunto é a potência do pênis, quente é melhor do que frio. Por isso a melhor coisa que os casais fazem é passar a lua de mel no Havaí, e não na Antártica. Quando o pênis leva um jato de ar ou água frios (às vezes, até lubrificante com efeito gelado), a pele se contrai, o saco escrotal encolhe e os testículos se retraem.

“Me dá uma força aí”

Você pode dar uma mãozinha para ajudar a ereção do seu homem a durar mais tempo. Primeiro, o encoraje a praticar o método Kegel. Assim como você, ele pode aprender a controlar os orgasmos e a aumentar a intensidade deles fortalecendo a musculatura do períneo — a área entre o escroto e o ânus. Que tal ensiná-lo? Diga a ele para contrair esses músculos, manter a contração por 10 segundos e repetir.

Segundo: se vocês estão avançando na reta final, quase chegando à linha de chegada, mas ainda querem curtir um pouco mais e, portanto, segurar um pouco mais o orgasmo dele, tentem a já testada técnica de contração. Quando sentir que está perto de ejacular, ele deve frear. Então — e é aqui que você vai se envolver —, segure o pênis logo abaixo da cabeça com o dedão e o indicador e aperte com um pouco de força. Isso vai fazer com que ele adie a ejaculação. A quantidade de pressão varia de acordo com o homem, mas não fique com medo de dar uma boa apertada — o pênis duro aguenta o tranco. Uma vez que vocês tenham a situação sob controle, espere de 1 a 2 minutos antes de voltarem ao rala e rola novamente. É possível que ele perca parte da ereção por causa da sua pegada — mas isso não é muito comum. Se acontecer, não entre em pânico. A ereção completa volta rapidamente, especialmente se você lhe der um pouco de atenção. Entendeu?

“Bom dia, América”

Sexo pela manhã é uma ótima forma de chacoalhar a rotina e um despertador bem eficiente (melhor do que a corrida matutina). Afasta a tensão e limpa as teias de aranha do corpo dos dois. Na verdade, o pênis da maioria dos homens está pronto para a ação: muitos gostam de sexo pela manhã exatamente por causa da tão famosa ereção matinal. Durante a noite, a bexiga cheia comprime a circulação sanguínea na região pélvica, mantendo sangue no pênis mais tempo do que o normal. O resultado típico disso é que o pênis esteja duro pela manhã. Tenha certeza de que depois do vamos ver vocês vão gostar do que verão no espelho — estarão na sintonia certa para ter um ótimo dia pela frente!

“Sexo é o meu melhor raio X”

Para garantir uma próstata saudável, estimule seu parceiro a ir ao médico com regularidade. (Parece mentira, mas homens pertencem àquela raça que só procura ajuda quando está morrendo.) Cuidar da forma fisicamente também é o melhor caminho para manter as coisas lá embaixo funcionando bem por mais tempo. O corpo todo do seu parceiro está envolvido no sexo: as pernas, os braços, as costas, o abdômen. Se eles ficam flácidos, adivinhe... O pênis pode ficar mole também. Mais: a próstata, assim como todos os órgãos, se beneficia das atividades físicas. Quando seu parceiro goza, os músculos do períneo se contraem violentamente, o que proporciona uma massagem na próstata. Esse estímulo mantém seus canais abertos e previne que seus fluidos internos fiquem estagnados.

A dura verdade

Independentemente de quanto uma ereção pareça localizada, ela é, na verdade, o resultado de um complexo processo que envolve os sistemas neurológico, vascular, muscular e endócrino. O pênis fica duro em uma série de passos distintos. A primeira reação, a excitação, acontece quando os nervos são estimulados e os vasos sanguíneos do órgão começam a se dilatar. Isso pode ser detonado por algo que seu parceiro vê, ouve, cheira, sente ou imagina. A conexão é tão íntima e imediata como se o pênis tivesse os órgãos dos sentidos nele mesmo. Quando o cérebro decide que é hora de o pênis ficar duro, começa a enviar sinais para a área lombar da coluna cervical. De lá, a mensagem se espalha por uma ramificação nervosa até o pênis. Quando os sinais chegam, os minúsculos músculos das artérias do pênis relaxam e a circulação sanguínea fica de seis a oito vezes mais rápida do que o normal. O pênis do seu parceiro fica, então, empapuçado de sangue — deixando-o maior, mais firme e mais duro. E quando tudo está funcionando a contento o pênis fica ereto o tempo que for preciso para fazer um golaço. Isso por causa de um mecanismo que previne que o sangue escorra para fora do pênis antes do tempo. Assim que seu parceiro ejacula — ou o tesão vai embora por qualquer razão (leia “Você pode me ajudar quando estou nervoso”) —, o pênis fica molinho outra vez.

>> O fato é que o pênis fica agradecido por praticamente qualquer tipo de ação. então, não fique tímida!


Fonte:http://revistawomenshealth.abril.com.br/edicoes/037/sexo/todo-penis-gostaria-voce-soubesse-645592.shtml
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