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Pesquisa revela diferenças entre os desejos sexuais de homens e mulheres na internet


Segundo os pesquisadores, a pornografia na internet revolucionou gostos sexuais, divulgando para todos o que antes era visto como perversão.


Os homens estão mais interessados em pornografia com mulheres mais cheinhas e mais velhas, de acordo com um novo livro que prega que o desejo sexual das pessoas ficou mais exótico. Já as mulheres gostam mais de histórias eróticas e têm o interesse sexual modificado ao longo da vida. Os autores de "A Billion Wicked Thoughts" (Um bilhão de pensamentos perversos, na tradução livre) analisaram um bilhão de buscas na internet para identificar os desejos sexuais mais populares. 
Segundo os pesquisadores, a pornografia na internet revolucionou gostos sexuais, divulgando para todos o que antes era visto como perversão. Os homens, por exemplo, desfrutam de uma ampla variedade de erotismo, incluindo pornografia com mulheres mais velhas e transexuais. Apesar disso, no top 10 das buscas online relacionadas a sexo, o primeiro lugar é juventude. 
— Pela primeira vez os cientistas podem ver o que as pessoas ao redor do mundo fazem quando ninguém está olhando — disse o neurocientista Ogi Ogas, autor do livro, ao jornal Daily Mail.CONHEÇA A SEX SHOP AMOR SEM LIMITEO estudo mostrou ainda que os homens preferem ver filmes e imagens pornográficas, enquanto as mulheres preferem ler uma história erótica. Mais de 75% dos visitantes dos sites adultos são homens e os únicos dispostos a pagar por essas imagens e vídeos. Já 75% das visitantes de sites de histórias eróticas são mulheres, também preparadas para pagar pelas histórias e prontas para discutir o conteúdo com outras mulheres. 
— Analisamos um bilhão de buscas, um milhão de sites, histórias eróticas e propaganda para responder a uma única pergunta: qual é a diferença entre os desejos masculino e feminino? — disse Ogas.
O pesquisador descobriu que os interesses sexuais masculinos são forjados no nascimento, durante a adolescência e não mudam muito, ou seja, o interesse sexual de um homem de 25 anos provavelmente será o mesmo quando ele tiver 75 anos. 
— É completamente diferente com a sexualidade feminina que é muito mais flexível. Os interesses sexuais da mulher mudam ao longo da vida, com as estações e mesmo no ciclo mensal. O interesse dela aos 25 anos pode ser completamente diferente aos 45 anos — explicou.Fonte: O Globo

Você tem mau hálito?

Uma coisa que influencia bastante, diria até que muitas vezes determina se um relacionamento pode ou não acontecer, é a questão do hálito.  A primeira impressão que temos do pretendente, na maioria das vezes, é a que fica. Pensando nisso nós da Amor Sem Limite resolvemos postar sobre o assunto. Afinal, se tudo começa com um beijo o que esperar de uma pessoa com mau hálito?

Você estava prontinha para encontrar com aquele gato. Foi ao salão, fez as unhas, comprou um vestido novo e usou a melhor maquiagem. Mas quando o bonitão falou a primeira palavra você teve vontade de sair correndo: ele tem mau hálito.
De acordo com uma pesquisa da Associação Brasileira de Estudos e Pesquisas dos Odores da Boca, 40% da população sofrem com o problema e a maioria não se da conta. E para deixar a situação ainda pior, ninguém tem coragem de avisá-las. 

O mau hálito nem sempre é uma doença, mas um indicativo de que algo no organismo não está bem e precisa ser diagnosticado e tratado. Pode ser um sintoma de diabete, estresse, fome, cárie ou até situações passageiras, como a ingestão de alimentos com o odor mais carregado. Quando constante, pode gerar o constrangimento e se torna um motivo de problemas até no relacionamento pessoal. 
Segundo a Associação Brasileira de Odontologia, um dos fatores que pode levar ao mau hálito e atinge cerca de 80% da população brasileira, é a gengivite. Causada pela placa bacteriana ou biofilme dental, uma película incolor e pegajosa que se forma continuamente nos dentes. Nestes casos o mau hálito ajuda a diagnosticar o problema. 

Outra possível causa é a periodontite. Esta doença compromete o tecido de sustentação dos dentes.  E quem exagera nas dietas para conseguir um corpinho de modelo também pode acabar sofrendo. Muitas pessoas atribuem o mau cheiro da boca a problemas no estômago. Mas de acordo com a Associação Brasileira de Odontologia, somente 15% delas acertam. A pesquisa afirma que 85% dos pacientes com o problema, têm o problema na boca mesmo. 

De acordo com a cirurgia dentista Aline Silva, a melhor maneira de tratar o problema de mau hálito é manter uma higiene bucal adequada. “Não deixar de usar o fio dental e limpar a língua diariamente” afirma.  Para descobrir se você tem mau hálito, ela dá a dica: “passe fio dental branco entre os dentes inferiores. Observe-o por alguns instantes e perceba se há alteração na cor e no cheiro. Se o cheiro estiver forte, você tem mau hálito.” Neste caso é só procurar ajuda de um especialista que vai fazer exames para diagnosticar o problema.



Descoberto Viagra para mulheres

Uma droga criada como antidepressivo se mostrou eficiente no tratamento da baixa libido em mulheres.
Em testes, o flibanserin mostrou ser capaz de aumentar a libido em mulheres testadas que reportavam pouco desejo sexual. No geral, elas tiveram aumento significativo na libido e na quantidade de experiências sexuais satisfatórias.
Assim como o Viagra, droga masculina que trata a disfunção erétil, o poder do flibanserin foi descoberto sem querer. Enquanto a pílula azul era testada para tratamentos de pressão, a nova droga deveria tratar a depressão quando foi constatado um dos efeitos colaterais.
Daí o apelido de “Viagra para mulheres” dado pela equipe de pesquisadores liderada por John M. Thorp Jr., da Universidade da Carolina do Norte: a queda na libido é o problema sexual mais comum entre as mulheres, da mesma forma que a disfunção erétil é para os homens.
Nos Estados Unidos, a falta de desejo sexual afeta de 9% a 26% das mulheres; no Brasil, segundo Projeto Sexualidade (ProSex) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, 22% das mulheres de todas as idades têm problemas relacionados ao desejo sexual.
Com o flibaserin, quatro testes foram realizados nos Estados Unidos, Canadá e Europa com1946 mulheres em pré-menopausa com mais de 18 anos. Elas foram divididas para receber placebo e a droga durante 24 semanas, com quatro semanas de acompanhamento pré tratamentoe o mesmo período de tempo de medições e acompanhamentos após.


Inicialmente, foram usadas quatro dosagens: 25 miligramas duas vezes ao dia, 50 miligramas uma vez antes de dormir, 50 miligramas duas vezes ao dia e 100 miligramas antes de dormir. As dosagens que totalizavam a ingestão de 50 miligramas ao dia não se mostraram eficiente, mas as de 100 sim. Os resultados, portanto, se referem a três dos quatro grupos de testes baseados em dosagens de 100 miligramas uma vez ao dia.
Os testes mediram mudanças em seis variáveis, entre elas o número de eventos sexuais satisfatórios, o nível de desejo, o nível de estresse relacionado às disfunções e medições específicas da libido.
A conclusão é a de que as mulheres tratadas com flibanserin uma vez ao dia, quando comparadas às que ingeriram o placebo, tiveram uma melhora significativa no número de relações sexuais satisfatórios e no desejo sexual, além da diminuição do estresse relacionado às disfunções.
Esses são os primeiros testes que comprovam a eficácia de uma terapia que atua no cérebro aumentando a libido em mulheres que se queixavam de pouco desejo sexual. O flibanserin ainda é uma droga experimental, não comercializável, mas os resultados do estudo foram apresentados em um Congresso da Sociedade Européia de Medicina Sexual, em Lyon, França.

Bem-estar feminino está relacionado com satisfação sexual


Os maiores problemas sexuais nas mulheres, relacionados a sexo consensual, dizem respeito ao desejo, interesse, prazer e satisfação sexual. Em contraste com estudos de intervenção masculina, para disfunção erétil, os tratamentos com a disfunção sexual feminina não estão relacionadas apenas com a frequência dos atos sexuais, pois muitas vezes as mulheres continuam sendo sexualmente ativas e, mesmo assim, apresentam um altíssimo nível de insatisfação sexual. E são esses problemas que os estudos recentes nessa área estão focando amplamente.
Para tentar entender essas correlações entre satisfação sexual e bem-estar, um time de pesquisadores australianos estudaram um grupo de mulheres entre 20 e 65 anos que se autoidentificaram como “satisfeitas” ou “insatisfeitas” sexualmente.
“O estudo tentou fazer paralelos entre satisfação sexual e bem-estar das mulheres”, diz Sonia Davidson, da Universidade de Monash, na Austrália. “O que foi observado foi que mulheres insatisfeitas sexualmente também tinham menores taxas de bem-estar e menor vitalidade para tarefas diárias”, continua a pesquisadora.

“Mas um dado, que foi impossível determinar, era se mulheres insatisfeitas sexualmente tinham uma piora da sensação de bem-estar por conta dos problemas relativos ao sexo ou se a situação se construia de maneira inversa, onde mulheres com baixo bem-estar acabavam tendo problemas sexuais”, pontua a pesquisadora. “Se houver essa correlação, as terapias baseadas em fármacos, que tratam disfunção sexual nas mulheres, podem ter efeitos paralelos ou até mesmo seria possível inverter o foco de tratamento.”
Outro ponto importante da pesquisa diz respeito ao fato de que 90% das mulheres afirmavam que suas atividades envolviam um parceiro e em 50% dos casos o sexo era iniciado por esses parceiros, ou seja, a presença (ou ausência) de uma outra pessoa, a situação da saúde desse indivíduo e os próprios problemas sexuais dos companheiros são importantes para entender mais profundamente o assunto. “Uma parte das mulheres que haviam indicado algum nível de insatisfação sexual afirmavam que o comportamento ou a expectativa quanto ao parceiro tinham relações diretas com essa insatisfação”, diz Susan Davis, outra autora do estudo, reafirmando que ser sexualmente ativa e estar satisfeita são dados que devem ser analisados separadamente, quando em se tratando das mulheres, além do fato de atividade sexual não ter relação direta com bem-estar, nesse público.
Fonte: Physorg

Massagem tântrica pode resolver problemas sexuais


O tantrismo é uma filosofia comportamental que, por ser baseada na sensorialidade, no ocidente é bastante relacionada ao sexo.  Segundo o terapeuta corporal José Pedro Vianna Zereu, ela engloba vários aspectos da vida do ser humano e, entre eles, está a sexualidade.


Utilizando ensinamentos do tantrismo, algumas terapias alternativas são utilizadas com o intuito de que o homem busque o autoconhecimento justamente através da sensorialidade. Uma destas é a massagem tântrica.

— É uma massagem sensorial e não muscular, ou seja, ela não vai curar dores. O objetivo é que a pessoa entre em estado de meditação através do sentido do tato, de um toque sutil — esclarece José Pedro.

De acordo com o terapeuta, apesar do tato ser o sentido foco desta terapia, aposta-se também na indução de emoções através de óleos. 

Tudo que você precisa saber sobre o viagra

O Viagra foi lançado pela Pfizer em abril de 1998, nos Estados Unidos, para o tratamento da disfunção erétil (DE), chegando ao Brasil em junho do mesmo ano. A pílula azul, primeiro comprimido para DE, facilitou o tratamento – antes complicado e desconfortável – e trouxe um leque de questionamentos sobre a sexualidade humana e os problemas de ereção masculina em todo o mundo. Dez anos após o lançamento, nem todos esses tabus foram quebrados. Muita gente só ouve sobre os medicamentos para DE em conversas informais, o que dá margem para especulações e dúvidas.


Para esclarecer os mitos e as verdades sobre Viagra, o médico Sidney Glina, Chefe do Departamento de Urologia do Hospital Ipiranga/São Paulo, levanta as principais dúvidas que os pacientes levam para o consultório:

Pacientes com problemas cardiovasculares podem usar Viagra

Verdadeiro. Portadores de insuficiência cardíaca, pressão alta e outras enfermidades relacionadas ao coração podem fazer uso do medicamento, que sempre deve ser prescrito pelo médico. Viagra pode ajudar esses pacientes a retomar ou melhorar a atividade sexual.

Pacientes que fazem uso de medicamentos à base de nitrato não podem tomar medicamento para DE

Verdadeiro. Os nitratos são medicamentos utilizados por algumas pessoas que tiveram infarto ou angina. Seu uso com comprimidos para disfunção erétil pode resultar em complicações graves. Essa é a principal 
contraindicação de Viagra.

Para fazer efeito, Viagra precisa ser tomado uma hora antes das refeições ou depois de comer


Mito. Refeições habituais não alteram a absorção do medicamento. Refeições ricas em lipídios (gordura) levam a um retardo na absorção. Entretanto, a eficácia não é alterada (apenas há atraso na absorção e não na eficácia).




Viagra não pode ser tomado com álcool, pois tem ação de efeito retardada

Mito. Estudos realizados com homens que beberam uma garrafa de vinho mostraram que não existe interação entre álcool e Viagra. Apesar disso, a Pfizer, de maneira responsável, não recomenda o uso concomitante.

Viagra funciona por até 12 horas

Verdadeiro. A duração da ação está estimada inicialmente entre 4 e 6 horas, o que é adequado para o perfil de hábitos sexuais de muitos casais. Porém, estudos demonstram que a sildenafila (princípio ativo de Viagra) pode ter efeito de até 12 horas para um grande número de pacientes com disfunção erétil.

Viagra perde o efeito com o tempo a longo prazo

Mito. Estudos mostraram que, mesmo após anos de tratamento com Viagra, a ação do medicamento não foi alterada.

Não é aconselhável usar Viagra por muito tempo seguido

Mito. Todas as evidências científicas comprovam a segurança da utilização de Viagra a longo prazo.

Viagra funciona para todos os graus de disfunção erétil

Verdadeiro. Viagra é eficaz em casos de disfunção erétil de leve à completa e apresenta boa eficácia independente da causa do problema, seja ela orgânica ou psicológica.

Quem tem mais de 70 anos não pode usar Viagra

Mito. Não existe idade máxima para o uso de Viagra. Todo homem pode utilizar o medicamento para melhorar seu desempenho sexual, desde que seja avaliado previamente pelo médico.

As mulheres não gostam de saber que o parceiro usa Viagra

Mito. De acordo com a pesquisa realizada em 2006 com usuários de medicamento para DE, coordenada pela psiquiatra Carmita Abdo, a desaprovação da parceira com relação ao uso de medicamento para melhorar o desempenho sexual é de apenas 3%.

Viagra foi inicialmente desenvolvido para o tratamento de angina

Verdadeiro. O Viagra não foi inicialmente desenvolvido para tratar DE, e sim para o tratamento de pacientes com angina (baixo abastecimento de oxigênio ao músculo cardíaco). Durante os primeiros estudos, esses pacientes relataram um curioso “evento adverso”, que era a ereção peniana mediante estímulo sexual.

O beijo grego

A homossexualidade era motivo de orgulho na Grécia antiga, afinal homens eram seres dotados de força e poder e mulheres, fracas e parideiras. Então, ter relações sexuais com um homem era um ato de honra. Ainda mais quando um mestre, professor ou superior é que era o ativo.
E claro, dessas trocas de “privilégios”, um oral aqui, um 69 ali, alguém foi além do saco escrotal e chegou na região do ânus. Afinal, na hora do tesão, você nem sabe o que está fazendo mesmo.
E nisso, descobriu-se que a zona do ânus também não deixa de ser uma zona “beijável”.
Beijo grego não é dar beijinhos, é o ato de fazer carinho com a boca, pode ser em forma de lambida, mordidelas, beijinhos, mas com carinho.
Tanto o homem como a mulher pode sentir prazer, a região genital é muito vascularizada e qualquer toque ao redor, seja nas coxas, virilha, ânus, nádegas, dá tesão. No ânus então...
Para quem gosta muito desta prática, lembre-se de que a higiene é fundamental. Deixe seu parceiro sentir prazer e não o contrário.
Muitos homens não fazem nem admitam que façam neles, os homens de hoje não gostam de serem comparados com os gregos antigos. Por isso, antes de fazer, chegue com cuidado. O mesmo para os homens em relação à mulher, umas não gostam da sensação.
Bom, é isso. Não é nada demais. O prazer para alguns é assim mesmo, pode parecer estranho, mas dando tesão, é o que importa, não é?

Mitos e verdades sobre o sexo anal

Considerado um assunto tabu por 65% das mulheres, a prática do sexo anal costuma despertar sentimentos mistos como curiosidade, excitação, vergonha e culpa. Se por um lado este tipo de penetração faz parte da fantasia de 70% dos homens e 30% das mulheres brasileiras, segundo pesquisa feita pela Universidade de São Paulo (USP), apenas 25% dos casais heterossexuais praticam o sexo anal com regularidade.

- O assunto ainda é cercado de mitos. Ele também é pouco discutido por especialistas em saúde sexual, que às vezes chegam a dar informações erradas ou não dão abertura para que seus pacientes falem sobre o tema. Ninguém conversa, mas levantamentos indicam que 17 milhões de brasileiros aprovam a prática como mais uma forma de prazer - explica o urologista Celso Marzano, terapeuta sexual e diretor do Centro de Orientação e Desenvolvimento da Sexualidade, em São Paulo, que acaba de lançar o livro "O prazer secreto", da editora Éden, um guia sobre o tema.

Marzano lembra que, como o sexo anal pode levantar uma série de inseguranças, principalmente nas mulheres, ele só deve ser feito depois de muitas conversas e com o aval dos dois.

- Algumas mulheres ignoram por completo o tema e levam um susto quando o parceiro indica que quer experimentar. Outras aproveitam e usam o sexo anal como moeda de troca, e só permitem este tipo de penetração quando querem provar alguma coisa para o homem. São duas abordagens ruins que geram ansiedade, medo, dor e frustração - acredita o médico.

Algumas mulheres usam o sexo anal como um presente sexual. É o caso de L., de 32 anos, que fez um acordo com o namorado, com quem já dividia apartamento: sexo anal apenas na noite de núpcias.
Veja suas respostas para dúvidas comuns:

Sexo anal dói?

A dor costuma acontecer por causa do medo e da insegurança, explica Marzano. Isto porque a ansiedade tensiona todos os músculos do corpo, inclusive os do ânus. A dica do médico é usar lubrificantes à base de água e o dedo ou acessórios que, aos poucos, vão relaxando a região. Feito corretamente, o sexo anal não provoca sangramentos nem dor, no máximo uma sensação de incômodo. Para os iniciantes, ele sugere que o sexo anal seja feito após o orgasmo, momento em que o corpo está naturalmente mais relaxado. Se a pessoa estiver relaxada e mesmo assim sentir dor ou houver sangramento, é importante procurar o médico, já que isto pode ser sinal de alguma doença.

Mulheres podem ter orgasmo desta forma?

- Sim, o orgasmo não é só possível, como também se torna mais comum à medida que o casal se sente mais confortável com a prática. Só lembro às mulheres que, como os nervos e a textura do tecido do ânus são diferentes da vagina e do clitóris, a sensação e a intensidade do orgasmo vão ser diferentes. A masturbação simultânea e exercícios de pompoarismo ajudam a ampliar o prazer - diz Marzano.

Existe uma posição ideal?

Para Marzano, uma das melhores posições é a "de lado com o parceiro de costas, a posição 'da colher ou da conchinha'. Ela facilita o relaxamento, as carícias simultâneas e é a mais simples de controlar o ritmo e a intensidade da penetração".

Quais os riscos de penetrar a vagina após o sexo anal?

Como a região é rica em bactérias e secreções fecais nem sempre visíveis, o médico alerta que a região vaginal nunca deve ser manipulada com os dedos, o pênis ou acessórios que foram usados no ânus sem que eles sejam lavados com água e sabonete. Sem os cuidados adequados, além das doenças sexualmente transmissíveis, é possível pegar infecções que levem à infertilidade e à pelviperitonite, infecção da bacia e do abdômen. Nas grávidas em início de gestação, as infecções podem aumentar a chance de aborto.

Posso dispensar a camisinha?

Não. É possível contrair as mesmas doenças que costumam ser transmitidas na penetração vaginal e no sexo oral. As mais comuns são gonorréia, sífilis e herpes. Existe também um alto risco de contaminação pelo HPV, que pode levar ao câncer, e pelo HIV, já que a região tem muitos vasos sanguíneos, pouquíssima lubrificação e tecidos frágeis.
- No sexo anal, não é só mais fácil pegar como também transmitir o HIV para o parceiro. As microlesões que ocorrem no ânus e no pênis durante a relação são os locais de entrada do vírus, e a mucosa do intestino absorve o HIV com mais facilidade do que a mucosa vaginal - diz Marzano.

Sexo anal causa hemorróida?

Segundo o urologista, essa prática não causa hemorróidas, dilatação de veias retais. Porém, o sexo anal pode ser doloroso e agravar o quadro se a região já estiver inflamada. 

As brasileiras preferem os gringos?


O Brasil é um país com mais de 190 milhões de pessoas, portanto, tem uma média de 95 milhões de homens. Esse número vem de pesquisas que revelam que há um equilíbrio entre os sexos em uma população.



E em meio a tantos rapazes, algumas mulheres afirmam não ser possível encontrar um para chamar de seu. Muitas delas dão preferência aos estrangeiros ou até mesmo procuram desesperadamente um para se casar.
Na internet não é difícil encontrar fóruns onde o assunto seja relacionamentos internacionais, até mesmo intercontinentais. Moças disponibilizam dados pessoais como e-mail, até mesmo número de telefone, solicitando que homens de outros países entrem em contato para "relacionamento sério". Muitos são os motivos que levam brasileiras a procurarem estrangeiros.

Kelen de Bernardi Pizol, psicoterapeuta formada pela USP, afirma: "Pode haver uma fantasia de que o estrangeiro irá tratá-la melhor, dar uma vida mais confortável a ela, ou que indo para outro país sua vida irá melhorar". Outros fatores podem ser: predileção pelo tipo físico e por diferenças culturais. Conversar com pessoas de outras culturas é sempre positivo e tornar isso a essência do relacionamento pode dar resultados surpreendentes.

As mulheres que buscam esse tipo de relação se queixam da falta de atenção dos brasileiros. Essa não é a regra geral, já que os fatores são diversos. Sobre o que leva moças a procurarem gringos para namorar e até casar, Kalen garante: "Depende muito de cada caso, da história de cada mulher, do que ela espera de um homem e do que ela acha que vai encontrar em um estrangeiro".

Ter amigas, ou conhecidas, que são felizes em relacionamentos com gringos pode servir de estímulo. "Pode haver uma fantasia de que o homem estrangeiro pode ser melhor do que o brasileiro em alguns aspectos", supõe a psicoterapeuta. Além disso, ter obtido felicidade em relações anteriores pode fazer com que a mulher procure novamente homens de outra nacionalidade.

Os fetiches mais quentes segundo os homens

A PROFESSORA
É um dos fetiches mais conhecidos e admirados pelos homens, pelo simples motivo de que ver uma garota "fantasiada" de professora lhes passa uma imagem de dominação e respeito que certos tipos de machos gostam de lidar, embora não represente de fato uma submissão explícita. Na maioria das vezes, até mesmo pela simples questão de que "pegar" sua professora (gostosa) da faculdade não seja lá tão fácil quanto pegar a coleguinha de classe.


A AMIGUINHA
Claro, aqui não estão incluídas todas as amigas de um homem, e por incrível que pareça, não são apenas as "simpáticas" que são deixadas de lado, nem todas as amigas "gatas" estão na lista também. Sempre existe aquela garota que a gente chama de amiga, vai junto ao cinema, desabafa de vez em quando e no fim das contas acaba pensando demais, inclusive nas horas mais "íntimas". Apesar de não ser uma regra para todos os momentos, se um homem não pensa em "traçar" uma boa amiga dele (sem trocadilhos), com certeza já pensou alguma vez.


A EMPREGADA
"Tara" preferida de homens que gostam de ver a mulher totalmente submissa a eles. Ter autoridade nela e ter a sensação (por mais falsa que seja) de que ela está fazendo de tudo para lhe agradar é o que alimenta a parte mais sádica de alguns machos. Nunca cheguei a pensar se seria ou não um dos meus favoritos, mas certamente é um fetiche muito usado entre grande parte da galera que faz um "lanchinho". Má idéia é que não seria!


A COLEGIAL
Não conheço nenhum cara que nunca tenha comentado como seria bom ver a gostosinha da festa, da faculdade ou até mesmo do grupinho de amizades com aquela mini-saia, tipo "garotas nipônicas" de desenho animado japonês (obviamente) e caracterizadas como se fossem "colegiais inocentes". É algo que simplesmente mexe com qualquer homem normal e não é difícil imaginar por que a testosterona sobe tanto.


A ENFERMEIRA
É para os homens mais ou menos o que um "bombeiro" (pausa para o momento broxante) é para as mulheres. A enfermeira é aquele fetiche clássico do "Deixa que eu cuido de você" unido ao uniforme estilizado mesclado à cinta-liga (e ao corpo de uma bela mulher) que coloca a maioria dos cuecas em ponto de bala...


A QUIETINHA
É incrível como o gosto do homem para fetiches e taras não têm limite e nem as quietinhas estão fora da lista de um boa parte deles. Porém, a preferência neste caso se dá com certos limites, um deles é que se a garota é quietinha e tímida demais, que pelo menos ela seja "pegável". Nesses termos o fetiche conta a partir da idéia de que ela pode ser na cama, alguém totalmente diferente do que é no dia a dia. Claro, pode não ser... Mas o fetiche é algo que já parte da idéia de realizar algo que nem sempre condiz com a realidade. Apenas com o intuito da satisfação.

Sexualidade em salas de aula para as mulheres

As mulheres precisam primeiro explorar a própria sexualidade para depois seduzir os parceiros. É o que defende Fernanda, proprietária do Centro em Curitiba. Ela argumenta que o aspecto físico é secundário e o que torna uma mulher realmente sexy é a segurança, a auto-estima e a maneira de conquistar. "Quando ela se sente à vontade consigo mesma, agradar o homem se torna um processo natural", afirma.
Segundo Fernanda, que promove cursos e palestras para o público feminino, na maioria das vezes, a iniciativa de salvar o relacionamento e apimentar a relação parte delas.

Fernanda, junto com a sócia Andreia Berté, teve a idéia de criar o centro depois de notar a falta de informação sobre o assunto nas conversas com as amigas. "Sempre conversávamos sobre sexo e acabamos percebendo essa carência. Então decidimos abordar temas relacionados ao sexo de uma maneira mais criativa e diferente", diz.

A empresária, que esperava pouca participação na primeira palestra que organizou, ficou surpresa com o número de interessadas: 90 mulheres. "Isso mostra que o sexo deve ser um tema abordado de forma natural. As mulheres não devem sentir vergonha de procurar e entender melhor o assunto", conta.

De acordo com Fernanda, as mulheres que procuram o centro ou estão no início de um relacionamento ou querem surpreender o parceiro.

Ela lembra que uma de suas clientes fez o book fotográfico sexy e presenteou o marido. "Ele gostou tanto que resolveu nos ligar para agradecer e disse que a única coisa ruim do presente foi que ele não poderia mostrar para os amigos", lembra.

A empresária enfatiza que, quando a mulher leva novidades para apimentar a vida sexual, deve colocar o homem como participante e não como apenas espectador. "O envolvimento é o que acaba gerando uma mudança significativa na vida dos casais", afirma.

Ela acrescenta que a mulher não pode ser "uma só", "Ela tem que ser fatal, romântica, divertida, sexy. E surpreender o homem a cada momento", afirma. "Sou casada há 14 anos. Se não abusássemos da criatividade, não sei se estaríamos juntos", revela.

Flávia, formada em marketing, cujo nome verdadeiro não quer revelar, disse que depois de participar de algumas palestras resolveu colocar em prática os tópicos abordados. "Um dia meu namorado estava se recuperando de uma gripe e eu decidi comprar uma roupa de enfermeira e surpreendê-lo em casa. Ele adorou e desde então eu abuso da minha criatividade para esquentar nossa relação", conta.

"Entre quatro paredes vale tudo", fala Ana (nome fictício), publicitária. Ela já participou de palestras e também fez um book fotográfico sexy. "Toda vez que chego com uma novidade dessas em casa, parece que estou vivendo uma nova lua-de-mel. Aprendi a ser uma mulher mais sedutora e meu marido nunca sabe o que esperar de mim", diz.

Segundo Fernanda, existem 5 passos básicos de sedução. Confira quais são:
1- Tenha auto-estima. "A mulher precisa se aceitar como é, mas isso sem relaxar. Cuidar de si mesma é sempre o primeiro passo."
2- Acredite no relacionamento. "É preciso olhar para o parceiro sempre com os olhos da paixão."
3- Tenha respeito próprio. "Nunca faça nada que você não queira. Não fale apenas agradar o parceiro, o prazer tem que ser mútuo."
4- Invista na sexualidade. "Faça cursos, converse, abuse das lingeries, surpreenda o parceiro."
5- Combata a rotina. "Tente coisas diferentes, lembre-se de que a mulher é a locomotiva do relacionamento. Esteja aberta para novas experiências."
                 Fonte: Terra

Masturbação pode ser "remédio" contra doença do sono

Apesar de já estarmos no século 21, um tema, em especial, ainda não deixou de ser tabu: a masturbação. Homens e, principalmente, mulheres tratam o assunto com vergonha e, até mesmo, um certo grau de preconceito. O que essas pessoas não sabem é que, a prática pode aliviar as tensões e, pode ser benéfico para a saúde.

Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) descobriram recentemente que a masturbação e, por analogia, a prática sexual podem amenizar os sintomas da “Síndrome das Pernas Inquietas”. Mesmo a doença atingindo cerca de 5% da população mundial, a maioria dos pacientes ainda se nega a discutir o tratamento à base de prazer sexual. A recusa momentânea, no entanto, não está impedindo que médicos de todo o mundo estejam se empolgando com o novo método.

- A teoria brasileira é de que a liberação de dopamina com o orgasmo pode dar um sono mais tranquilo para estes pacientes. A mim, parece uma linha de raciocínio muito razoável e plausível – afirmou o Dr. Mark Buchfuhrer, da Califórnia, nos Estados Unidos.

O médico, porém, adverte para os riscos da auto-medicação. Afinal, não é para ninguém sair por aí desistindo de ir ao médico e se tocando por conta própria. Há casos e casos, e o médico ainda precisa ser consultado sobre o melhor tratamento.

- Ainda não foi descoberta a causa que leva ao surgimento da doença. Por isso, fica difícil dizer que, neste caso, a masturbação é a última maravilha do mundo. Seria uma irresponsabilidade afirmar que quem sofre dessa síndrome não está transando, ou se masturbando, o suficiente. Temos que analisar cada paciente – concluiu.

A “Síndrome das Pernas Inquietas” é um distúrbio neurológico do sono. A doença causa uma sensação de dor e queimação nos membros inferiores, fazendo com que a pessoa não consiga ficar sem mexer as pernas.

A ciência já provou que a masturbação protege os homens contra o câncer de próstata e ameniza os sintomas da febre dos fenos (reação alérgica ao pólen). Nenhum efeito prejudicial ao sistema visual foi descoberto até agora.
A síndrome atrapalha e muito a vida das pessoas. E não tem nada a ver com o tique nervoso que algumas pessoas têm, de ficar mexendo, balançando a perna o tempo todo.

Falhei na hora "h". O que fazer?


Imagine... ambos acabaram de se conhecer e rola uma atração muito intensa. O tesão cresce e o desejo sexual está para ser satisfeito. Neste afã, muitas vezes o homem não considera como está sua condição emocional para viver a situação e tudo pode transcorrer bem, porém nem sempre é o que acontece.

Essa clima de intensidade o expõe à ansiedade, tensão e preocupação... mais do que ao tesão ou excitação. Essa diferença é muito tênue e nem sempre percebida. E é exatamente aí que há um grande risco dele perder a ereção e dá aquela brochada nos dois.

Nenhuma das partes reage bem a um balde de água fria desses. O constrangimento é geral e indisfarçável. No entanto, é uma situação que pode acontecer com qualquer um, mas nem por isso o sofrimento é amenizado. Além de viver o fracasso, o homem se acha o último da espécie, sente-se humilhado e ultrajado.

Não adianta a parceira fingir que nada aconteceu, mas também não se deve valorizar a falha. Se ela puder levar para a descontração e até mesmo para o bom humor, talvez possam contornar a situação de forma que ambos relaxem, despreocupem e até possam se curtir de outra forma.

Ele decepcionado, frustrado e angustiado tende a se responsabilizar e sofrer um martírio. É difícil não levar em conta o que tenha acontecido, mas o caminho é se tranquilizar e não tornar o problema ainda maior do que foi.


O que está por trás de uma brochada?

É importante saber que o tesão e o desejo podem ser confundidos com ansiedade e tensão, que são extremamente incompatíveis com uma boa excitação sexual e consequentemente podem atrapalhar a ereção, bem como o envolvimento íntimo maior. Porém, isso não é tão facilmente percebido.


Na medida em que as coisas evoluem e acontecem rapidamente, acredita-se que tudo esteja correndo bem, porém no momento em que a falha ocorre, é que vão se dar conta de que o lugar não era o mais adequado, ou havia alguma preocupação que não foi levada em conta, como o uso de preservativo. Enfim, fatores que inicialmente não foram observados, mas que podem ter papel decisivo para um bom sexo.

Se algum dia isso acontecer com você e o seu parceiro, não se angustie, nem se desespere, e também não satirize ou ironize o acontecido, pois pode ser traumático para ele. Se possível, falem sobre o acontecido, mas sem valorizar muito; voltem a namorar, retomem as carícias e carinhos que podem ser muito prazerosos também. Se ele chegar a uma condição serena, poderá recuperar a ereção e a penetração acontecer sem problemas. Porém não forcem a situação, que pode dificultar e frustrar ainda mais.

Essa situação não é desejada por ninguém, mas pode acontecer com qualquer um. Portanto, se um dia acontecer, saiba reagir com naturalidade e sem sobressaltos, de forma a não comprometer um envolvimento que pode ser promissor.

Entenda os orgasmos múltiplos


Ter um orgasmo durante a relação sexual ainda passa longe da vida de muitas mulheres, quem diria orgasmos múltiplos. O orgasmo feminino, definido pelo ápice de prazer e pela contração vaginal, é por si só mais complexo que o do homem, não tem um padrão, pode ocorrer um único e intenso, vários menores ou as duas situações juntas.
Segundo a urologista e terapeuta sexual Sylvia Faria Marzano, os orgasmos múltiplos são continuações dos picos de prazer com a manutenção da excitação, sem a necessidade de intervalos entre um orgasmo e outro.
Os orgasmos múltiplos não ocorrem nos homens, já que após a ejaculação ocorre neles o chamado período refratário, fenômeno fisiológico que dá o relaxamento necessário para que eles possam reiniciar a atividade sexual.
Apesar dos avançados estudos científicos, ainda não há nenhuma tese ou pesquisa que explique se há alguma predisposição biológica ou emocional da mulher para os orgasmos múltiplos. Aflorada de diversas maneiras, essa sensação varia de mulher para mulher.
“Não existe um só tipo de orgasmo feminino. Cada mulher tem o seu próprio orgasmo. Ela aprende com a idade e com a experiência a vivenciar cada vez mais intensamente o prazer. Algumas mulheres nem conseguem saber se têm orgasmo pelo mito de que deveriam ‘ver estrelas’, ‘ouvir sinos’ ou coisa parecida. São raras as mulheres que têm orgasmos múltiplos, isso faz parte de um aprendizado”, garante a especialista.
As mulheres que têm a sensação de orgasmo múltiplo não necessariamente têm mais prazer que as mulheres que têm um único orgasmo. Não há padrões. Intimidade, respeito, carinho, tesão, diálogo, autoconhecimento e principalmente muita vontade formam a receita para a mulher “chegar lá”.
Independente da resposta sexual, o que não é recomendado é a simulação do orgasmo. Essa prática em longo prazo trará desconforto emocional, além de atrapalhar o relacionamento, pois o diálogo com o parceiro sobre o que te satisfaz sexualmente, ou então, o que a impede de alcançar o orgasmo, é fundamental para uma vida sexual plena. Não espere que ele adivinhe tudo. É preciso dar dicas de como sente maior prazer.
Fonte - MBPress

Beijo compatível ou beijo racional? Descubra agora!


Sei que estamos um dia atrasados com a nossa homenagem ao dia do beijo, mas acho que todos concordam que nunca é tarde para falar de uma coisa tão gostosa e que inspira tantas pessoas.


Você sabia que, cientificamente o beijo permite qualificar a compatibilidade de um parceiro (a)?
Isso mesmo! Quando estamos próximos, face a face do parceiro, trocamos olhares e odores, e desta forma, transmitimos ferormônio que são substâncias químicas que, captadas por animais de uma mesma espécie, permitem o reconhecimento mútuo e sexual dos indivíduos. Ou seja, o beijo permite identificar a afinidade biológica, entre os parceiros.
“O beijo é capaz de sinalizar a compatibilidade do casal. É por este motivo que o ser humano beija porque é bom. No nível do inconsciente, beijo bom é aquele biologicamente compatível para gerar descendentes saudáveis e preservar a espécie”, revela a Psicóloga Eliete Matielo, há 15 anos especialista em Relacionamentos Afetivos e Conselheira Amorosa.
Mas é evidente que nem todas as pessoas que beijamos na vida estamos com a intenção de gerar descendentes, porém, através da percepção da afinidade biológica podemos observar a relação afetiva como uma rede de afinidades, a começar pela afinidade inicial de um casal que é o beijo.

As mulheres são mais exigentes que os homens nos aspectos de estética, dentes, hálito e se o homem beija bem, para então se sentir atraída para uma relação sexual. Isso, porque ela é emocional, ela precisa SENTIR, e não basta só ver. Já os homens não dão prioridade para o beijo para despertar interesse sexual. Ele é mental e visual, se atrai pelo que vê da mulher.

Beijo compatível

Se você tem vontade e gosta de beijar determinada pessoa é porque ela tem características e substâncias biológicas e orgânicas que sintonizam com as suas. Isso explica porque, às vezes, não gostamos do beijo e/ou do cheiro de uma determinada pessoa que aparentemente é bonita.

Beijo racional ( o beijo da balada)

É aquele beijo que está ligado com a escolha mental da pessoa. Geralmente, acontece quando não há VONTADE instintiva em beijar, e sim, INTERESSSE em beijar. Ex: beijo de balada – sem critérios / beijo por interesse do status,Interesse apenas por prazer sexual; sucesso ou bens materiais do outro / beijo só porque é bonito.
A psicologia social explica que o beijo quantitativo, o FICAR, de hoje em dia, está relacionado ao grupo de comportamento chamados ‘racionais’.

Com esta análise a especialista não quer discriminar os beijos das baladas, apenas colocar mais conhecimento sobre o funcionamento do nosso organismo e psique. “Saber dosar as ações entre os impulsos e conhecimento pode tornar as escolhas mais assertivas em sua vida afetiva”.

Sadomasoquismo: um jogo prazeroso de domínio e submissão


O sadomasoquismo é um jogo erótico de domínio e submissão entre parceiros sexuais. O prazer dos rituais é racional e consciente e envolve conceitos de sanidade, segurança e concordância para todos os fetiches que se pode imaginar.

Entre as fantasias e delícias da prática, quatro letrinhas definem bem o que esperar do mundo onde sexo e rituais se misturam: BDSM. O BD significa bondage; D, disciplina; DS, dominação e submissão, e SM, sadomasoquismo.

Imagine-se em uma noite de liberalidade no sadomasoquismo. Será possível conhecer a podolatria (adoração de pés), goldem shower (chuva de urina), infantilismo (fetiche por estar no papel de criança por alguns momentos), inversão (ser penetrado por uma mulher com consolo), spanking (receber uma punição com chicotes ou outro acessório), bondage e shibari (amarrações com cordas e correntes), CBT (tortura genital masculina), humilhação (ser xingado), feminização (ser obrigado a se vestir e portar como mulher), cócegas, entre muitos outros a serem descobertos lentamente em rituais.

"Este jogo é fascinante. Ele pode ser físico, mas também pode ser psicológico. O BDSM é mágico, portanto, é sempre bom assistir a muitos workshops, questionar técnicas, estudar para que se tenha segurança necessária", diz Bela, do Clube Dominna.

É importante que cada tendência seja vivida com a palavra de segurança -safeword - para que uma cena cesse imediatamente quando qualquer uma das pessoas envolvidas indique algum problema e queira parar o rito sexual.

Tudo começa com casais ou grupos fazendo liturgias. "Em uma Play Party, por exemplo, a quantidade de luz elétrica é mínima. O ambiente é iluminado por velas. As músicas são celtas, medievais e até sacras.

O clima de respeito e hierarquia imperam. Tudo é feito com muito respeito e as pessoas envolvidas se deixam levar por um clima mágico", diz Bela, a praticante que guia esta reportagem.

O encoleiramento é outra brincadeira sadomasoquista. Nele, dominador ou dominadora permitem que um escravo faça parte de seu reino utilizando assim suas iniciais. Toda a comunidade então passa a chamar aquele escravo com o nick name escolhido pelo dono.
Fonte: Terra
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